segunda-feira, 23 de abril de 2012

Multimídia

Festival de Cinema Universitário da Bahia consolida-se com programação mais extensa

Texto: Carlos Baumgarten
Imagens e edição: Carlos S. Baumgarten

Foto: Carlos S. Baumgarten
Publicitário por formação, Max Bittencourt (foto) logo buscou caminhos para a produção audiovisual. Pouco exerceu a função e, assim que concluiu a graduação, mudou-se para São Paulo, trabalhando como produtor de casting na O2 Filmes, produtora de Fernando Meireles. Meses depois, recebeu um convite da TV Globo e foi trabalhar como assistente de direção no programa humorístico Retrato Falado.

Atuou em diversas produções audiovisuais durante um bom período. De volta a Salvador, entrou para o mundo acadêmico e há seis anos é professor universitário de produção audiovisual, coordenando na UniJorge um núcleo voltado para eventos sobre cinema e vídeo. Esse extenso currículo deu ao professor Max Bittencourt embasamento e credibilidade para concretizar o sonho de realizar o 1º Festival de Cinema Universitário da Bahia, em 2010.

Em março deste ano, o professor realizou a segunda edição do festival, já de forma mais concretizada e com o conhecimento do público. Ele participou dessa primeira edição multimídia do Nicotina, Cafeína e Cinema, que, a partir de agora, incluíra pequenas produções audiovisuais, com a realização de entrevistas com nomes referenciais da nossa sétima arte.

Neste primeiro bate-papo, Max Bittencourt fala sobre a consolidação do Festival de Cinema Universitário da Bahia, cuja programação, este ano, contou com a participação de profissionais como os cineastas Sérgio Machado e Cecília Amado, além da realização de mostras e diversas oficinas.

O professor fala ainda sobre o cinema baiano e as novas possibilidades de produção com as plataformas digitais. Não deixe de conferir!





Festival

O Festival de Cinema Universitário foi realizado entre 15 e 18 de março e recebeu trabalhos de todo o Brasil. Confira os vencedores da Mostra Competitiva:

Júri Técnico
1º lugar: Irene de Patrícia Galucci e Victor Nascimento
2º lugar: Pétala de Vitor Dourado
3º lugar: DARLUZ de Leandro Goddinho

Júri Popular: Irene de Patrícia Galucci e Victor Nascimento

Melhor Curta Baiano: Fake-me de Marcus Curvelo

Em breve, uma entrevista com o CUAL (Coletivo Urgente de Audiovisual), responsável pelo curta Fake-me, premiado no festival.

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