domingo, 29 de abril de 2012

Confira a programação do Cine Nostalgia para maio


Dia 01 às 15:00 filme " BEN HUR " ano - 1959 ( USA ) - 11 Oscar
Atores - Charlton Heston, Jack Hawkins, Haya Haraeet e Stephen Boyd.
Diretor - William Wyler - Drama/Épico - 12 anos - 223 min.

Dia 03 às 15:00 filme " CARRUAGENS DE FOGO " ano -1981 ( INGLATERRA ) - 04 Oscar
Atores - Ben Cross, Ian Charleson, Nigel Havers e Alice Krige
Diretor - Hugh Hudson - Drama - Livre - 123 min.

Dia 04 às 15:00 filme " À MARGEM DA VIDA " ano - 1950 ( USA )
Atores - Eleonor Parker, Agnes Moorehead, Ellen Corby e Jan Sterling
Diretor - John Cromwell - Drama - 12 anos - 96 min.

Dia 05 às 15:30 filme " SERENATA " ano -1956 ( USA )
Dia 06 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Mário Lanza, Joan Fontaine e Sara Montiel.
Diretor - Anthony Mann - Romance - 14 anos - 122 min.

Dia 10 às 15:00 filme " DESENCANTO " ano -1946 ( INGLATERRA )
Atores - Celia Johnson,  Trevor Howard.
Diretor - David Lean - Drama - Livre - 88 min.

Dia 11 ás 15:00 filme " LEGIÃO INVENCÍVEL " ano -1949 ( USA )
Atores - John Wayne, Joanne Dru, John Agar e Ben John Johnson
Diretor - JohnFord - Faroeste - Livre 103 min.

Dia 12 às 15:30 filme " NESTE MUNDO E NO OUTRO " ano - 1946 ( INGLATERRA )
Dia 13 às 16:00 ( O MESMO FILME ).
Atores - David Niven, Kim Hunter, Marius Goring e Ropge Livesey.
Diretor - Michael Powel  e  Emeric Pressbuger - Romance - 14 anos - 104 min.

Dia 17 ÀS 15:00 filme "  CINZAS QUE QUEIMAM  "  ao -1952 ( USA )
Atores - Idas Lupino, Robert Ryan, Ward Bond e Charles Kemper.
Diretor - Nicholas Ray - Drama - 12 anos - 88 min

Dia 18 às 15:00 filme "  OS SINOS DE ADANO " ano - 1945 ( USA 0
Atores - Gene Tierne, John Hodiak, William Bendix e Richard Conte
Diretor - Henry King --  Guerra - 12 anos - 103 min.

Dia 19 às 15:30 filme " MOGAMBO " ano - 1953 ( USA )
Dia 20 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Clark Gable, Ava Gardner, Grace Kelly e Donald Sinden
Diretor --  John Ford - Aventura - Livre - 15 min

Dia 24 às 15:00 filme " APAIXONADOS " ano -1948 ( USA )
Atores - Cornel Wilde, Patrícia  Knight, John Baragrey
Diretor - Douglas Sirk - Policial - 12 anos - 80 min

Dia 25 às 15:00 filme " OS DOIS INDOMÁVEIS " ano -1971 ( USA )
Atores -  Willam Holden, Ray O'Neil, Karl Malden e Lynn Carun
Diretor - Blake Edwards -  Faroeste - Livre - 109 min

Dia 26 às 15:30 filme " VICTOR OU VITÓRIA " ano - 1982 ( USA )
Dia 27 às 16:00 (  O MESMO FILME )
Atores - Julie Andrews, James Gagner e Robert Preston
Diretor - Blake Edwards - Comédia/Musical - 14 anos - 133 min
   
Dia 31 às 15:00 filme " CUPIDO NÃO TEM BANDEIRA " ano 1961 ( USA )
Atores - James Cagney, Horst Bucholz e Pamela Tifin
Diretor - Billy Wilder - Comédia - Livre - 108 min.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Multimídia

Festival de Cinema Universitário da Bahia consolida-se com programação mais extensa

Texto: Carlos Baumgarten
Imagens e edição: Carlos S. Baumgarten

Foto: Carlos S. Baumgarten
Publicitário por formação, Max Bittencourt (foto) logo buscou caminhos para a produção audiovisual. Pouco exerceu a função e, assim que concluiu a graduação, mudou-se para São Paulo, trabalhando como produtor de casting na O2 Filmes, produtora de Fernando Meireles. Meses depois, recebeu um convite da TV Globo e foi trabalhar como assistente de direção no programa humorístico Retrato Falado.

Atuou em diversas produções audiovisuais durante um bom período. De volta a Salvador, entrou para o mundo acadêmico e há seis anos é professor universitário de produção audiovisual, coordenando na UniJorge um núcleo voltado para eventos sobre cinema e vídeo. Esse extenso currículo deu ao professor Max Bittencourt embasamento e credibilidade para concretizar o sonho de realizar o 1º Festival de Cinema Universitário da Bahia, em 2010.

Em março deste ano, o professor realizou a segunda edição do festival, já de forma mais concretizada e com o conhecimento do público. Ele participou dessa primeira edição multimídia do Nicotina, Cafeína e Cinema, que, a partir de agora, incluíra pequenas produções audiovisuais, com a realização de entrevistas com nomes referenciais da nossa sétima arte.

Neste primeiro bate-papo, Max Bittencourt fala sobre a consolidação do Festival de Cinema Universitário da Bahia, cuja programação, este ano, contou com a participação de profissionais como os cineastas Sérgio Machado e Cecília Amado, além da realização de mostras e diversas oficinas.

O professor fala ainda sobre o cinema baiano e as novas possibilidades de produção com as plataformas digitais. Não deixe de conferir!





Festival

O Festival de Cinema Universitário foi realizado entre 15 e 18 de março e recebeu trabalhos de todo o Brasil. Confira os vencedores da Mostra Competitiva:

Júri Técnico
1º lugar: Irene de Patrícia Galucci e Victor Nascimento
2º lugar: Pétala de Vitor Dourado
3º lugar: DARLUZ de Leandro Goddinho

Júri Popular: Irene de Patrícia Galucci e Victor Nascimento

Melhor Curta Baiano: Fake-me de Marcus Curvelo

Em breve, uma entrevista com o CUAL (Coletivo Urgente de Audiovisual), responsável pelo curta Fake-me, premiado no festival.

sábado, 21 de abril de 2012

Todos os caminhos levam ao documentário


Carlos Baumgarten

Depois de duas semanas imerso em estudos, posso dizer: está tudo documentado. Confesso que tinha certa antipatia pelo gênero, se é que posso chamar assim. Quando comecei a me interessar pelo cinema, a minha paixão era a ficção, a criação de histórias, a criação de personagens. Na minha santa ignorância, essa era a única essência da sétima arte: inventar.

Quando entrei na faculdade de jornalismo e cursei a disciplina obrigatória de cinema, nosso professor programou uma apresentação de seminários em grupo, sobre diversos movimentos ligados à sétima arte. A distribuição seria através de sorteio. Não via a hora de poder estudar a Nouvelle Vague francesa, o Cinema Novo brasileiro, Neorrealismo italiano e por aí vai.  

Mas, para a minha decepção, naquele momento, meu grupo foi sorteado para apresentar um seminário sobre documentário. Foi duro aceitar. No entanto, depois de passar algumas semanas resgatando histórias e personagens que desenvolveram os principais movimentos do cinema documentário, percebi que se tratava de uma vertente muito rica.

Ainda assim, esse “muito rica” era extremamente limitado para mim. Talvez, pela formação em jornalismo, não havia percebido que essa limitação estava apenas na minha própria limitação em enxergar além. Co-dirigi um documentário ao lado do colega, Suâmi Dias, chamado 129.5 Decibéis, como trabalho de conclusão de curso.

Foi uma experiência muito boa, na qual adentramos no mundo produtivo do heavy metal soteropolitano. Trabalhamos com algo que gostamos dentro de um tema que nos dá prazer em estudar. Foi um documentário baseado em entrevistas, cujos personagens conduziam o recorte, não exatamente de uma história, mas de um fato, de uma realidade.

Como jornalistas, fizemos o nosso trabalho: informamos. Ensaiamos alguns riscos “metalinguísticos”, por assim dizer, talvez pela influência do Cinema Verdade, com a proposta de trazer uma reflexão acerca do próprio fazer documentário, mas ficou por aí.

Ao me formar, afastei-me da vertente, mais uma vez, apesar de ter rascunhado alguns projetos. Mesmo assim, insisti em tentar voltar ao cinema de ficção. Participei de uma oficina na Casa de Cinema da Bahia. Co-produzi, co-roteirizei e co-dirigi um curta de ficção intitulado A Hora da Razão que, por motivos diversos, não teve a sua montagem finalizada. Como relatei há algumas pessoas, foi uma experiência que não deu certo.

E aí, no meio de uma crise existencial dentro do cinema, acreditando na possibilidade de nunca poder enveredar pelo caminho certo, surge a Oficina de Cinema Documentário com Daniel Jariod, professor da Universidade de Barcelona. Posso dizer que as duas semanas de curso foram mais elucidativas do que qualquer duas décadas de estudos em cinema.

Acima de tudo, o professor Daniel nos abriu a mente sobre o que é documentário e qual o papel do documentarista. Documentário é cinema e o documentarista é um cineasta. Não estamos falando de jornalismo, estamos falando de arte e de uma maneira de contar histórias através de um olhar subjetivo, mas direto, sem farsas.

O documentário é a forma de construir uma realidade, no sentido de recortar uma história e contá-la através das imagens em movimento. E isso, como eu pensava há muito tempo, não é menos do que fazer cinema. Hoje, digo até que é muito mais do que fazer cinema de ficção, pois não há nada mais exuberante do que ouvirmos histórias reais de personagens reais.

Com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça, com a licença da referência, podemos ir muito mais além do que criar, mas podemos evidenciar histórias, sem limites criativos e narrativos. A carga dramática permanece tanto quanto no cinema de ficção.

Que maravilha poder discorrer sobre a poesia de Werner Herzorg, enxergar a crueza de Frederick Wiseman, refletir com a “verdade construída” de Jean Rouch, o pioneirismo de Robert Flaherty, a estética de Leni Riefenstahl e ainda ver o Jogo de Cena de Eduardo Coutinho. Portanto, digo, neste momento, com a propriedade concedida pela oficina, que o documentário é, sim, uma vertente muito rica, ilimitada e, talvez, ainda tenhamos muito novos rumos a percorrer.    

Oficina de Cinema com Walter Webb em maio

Inscrições já estão abertas.



sábado, 14 de abril de 2012

Morre um dos grandes nomes do Cinema Novo

Carlos Baumgarten


Recentemente, estava relendo o livro "Cartas ao Mundo", organizado por Ivana Bentes, com as correspondências postadas e recebidas por Glauber Rocha, que, junto com Paulo Cezar Saraceni e um grupo bem seleto da nossa cinematografia, levou adiante e ao globo o movimento Cinema Novo. "Sarra", como Glauber carinhosamente referia-se ao amigo nas correspondências, vem de uma geração que lutou por uma produção consistente, genuinamente brasileira e cinematográfica, envolta pela chamada "estética da fome", com forte viés social.


Paulo Cezar Saraceni morreu, aos 78 anos, neste sábado, no Rio de Janeiro. Com a morte do cineasta, os nomes que concretizaram o Cinema Novo ficam, cada vez mais, apenas na memória. O próprio movimento vive, hoje, apenas nas teorias cinematográficas ou nas aulas de história do cinema brasileiro. O sonho desses, então, jovens cineastas virou realidade por um período de quase 20 anos, mas evaporou-se. 


Não podemos dizer que temos um cinema brasileiro com uma proposta estética definida. Não é preciso criar padrões mecanizados e rígidos, inflexíveis. Mas o nosso cinema não tem identidade, como tinha nessa efervescente geração. Éramos reconhecidos e respeitados, pois se tinha uma proposta: queríamos dar voz a algo. Sem os espaços devidos à gerações com propostas diferenciadas, vemos o cinema brasileiro, gradualmente, indo ao fundo do poço. 


Descanse em paz, Saraceni.      

terça-feira, 3 de abril de 2012

Conteúdo de qualidade depende da base

Carlos Baumgarten



Crie-se uma agência de regulação de TV! Temos muita porcaria em nossas programações, seja na TV aberta, seja nos canais pagos. Mas, a verdade é que conteúdos produzidos exclusivos para TV receberem verbas vindas de uma agência que deveria fomentar o cinema soa meio escroto, diante da pindaíba em que vivemos em nossa sétima arte. Mas, como já é praxe, e a justificativa é o fomento à produção audiovisual como um todo, então, aceitemos de bom grado.

“O comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que distribui recursos para projetos cinematográficos e audiovisuais, vai liberar R$ 55 milhões para projetos de televisão neste ano. O valor é mais do que o dobro do investido no ano passado no setor: R$ 20 milhões”. Saiu na Folha de S. Paulo, ontem.

Ninguém pode negar que as televisões arrecadam muito com a ignorância do povo brasileiro, muito mais do que o cinema. Além do mais, é preciso que esse controle de conteúdo seja imposto à programação aberta, afinal, se pagamos por algo, é porque queremos aquilo, e impor que a programação fechada tenha uma cota determinada para produção nacional, é privar a liberdade de escolha de quem paga para tentar fugir do brejo que é a televisão brasileira hoje em dia.

Se for pra regular, vamos começar da base, pela educação, criar limites às imposições globais ou as brigas entre deus e o diabo. Com um povo mais educado, não precisamos aguentar circos como o Big Brother e outros lixos que tanto afetam o nosso bem-estar diante do entretenimento medíocre que é servido à gente (ou ao qual somos servidos).

Ensaio Pelourinho










Festival É Tudo Verdade divulga vencedores


Foram divulgados no último domingo os vencedores do tradicional festival É Tudo Verdade, um dos maiores da América Latina voltado para documentário. A partir de segunda-feira, os filmes vencedores serão exibidos em sessões especiais em Brasília. 
Confira abaixo os premiados:
Vencedores - Competição Internacional
Longa e Média Metragem
Melhor Documentário - Planeta Caracol, de Seung-Jun Yi
Curta-metragem
Melhor Documentário - Vovós, de Afarin Eghbal
Menção Honrosa - Queríamos Explodir o Vasa, de Idji Maciel e Simon Moser

Vencedores - Competição Brasileira
Longa e Média Metragem
Melhor Documentário Prêmio CPFL Energia É Tudo Verdade "Janela para o Contemporâneo" - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, de Joel Pizzini

Curta-Metragem
Melhor Documentário - Ser Tão Cinzento, de Henrique Dantas
Menção Honrosa - A Cidade, de Liliana Sulzbach
Prêmio Aquisição Canal Brasil de Incentivo ao Curta-Metragem
Melhor Documentário - A Cidade, de Liliana Sulzbach

Prêmio Abraccine
Melhor Longa / Média-Metragem Competição Brasileira - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, de Joel Pizzini
Melhor Curta-Metragem Competição Brasileira - A Cidade, de Liliana Sulzbach

Prêmio ABD São Paulo de Melhor Curta-Metragem Brasileiro
Melhor Documentário - A Cidade, de Liliana Sulzbach
Menção Honrosa - Piove, Il Film Di Pio, de Thiago Brandimarte Mendonça

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Adam Sandler lidera premiações do Framboesa de Ouro

O que seriam dos melhores, senão fossem os piores. No dia 1o de abril, foram divulgados os vencedores do Framboesa de Ouro, a antítese do Oscar. Tradicionalmente, os "vencedores" eram anunciados antes do prêmio da Academia. Mas, este ano, rompeu-se a tradição, por algum motivo pouco aparente... Confira os "premiados":


PIOR FILME
"Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR ATOR
Adam Sandler, por "Cada um tem a Gêmea que Merece" e "Esposa de Mentirinha"


PIOR ATRIZ
Adam Sandler, como Jill em "Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR ATRIZ COADJUVANTE
David Spade, como Monica em "Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR ATOR COADJUVANTE
Al Pacino, como ele mesmo em "Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR ELENCO
"Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR DIRETOR
Dennis Dugan, de "Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR PREQUEL, REMAKE, RIP-OFF OU SEQUÊNCIA
"Cada um tem a Gêmea que Merece" (remake/rip-off de "Glen or Glenda", de Ed Wood)


PIOR CASAL NA TELA
Adam Sandler e Katie Holmes, Al Pacino ou Adam Sandler, por "Cada um tem a Gêmea que Merece"


PIOR ROTEIRO
Steve Koren e Adam Sandler, por "Cada um tem a Gêmea que Merece"

Confira a programação do Cine Nostalgia para abril

Dia 05 às 15:00 filme " AS CARTAS DE MADELEINE " ano - 1950 (INGLATERRA )
Atores - Ann Todd, Norman  Wooland Ivan Desny e Leslie Banks.
Diretor - David Lean - Drama - 12 anos - 107 min.

Dia 06 às 15:00 filme " GUERRA E PAZ " ano - 1956 ( USA ) ( Da obra de Leon Toistoy  ).
Atores - Audrey Hepbum, Henry Fonda, Mel Ferrer e Vittorio Gassman.
Diretor - King Vidor - Drama/Épico - Livre - 208 min.


Dia 07 às 15:30 filme " BONITA C0MO NUNCA " ano - 1941 ( USA ).
Dia 08  às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Rita Hayworth, Fred Aistaire, Adolph Menjou e Adele Mara.
Diretor - William Satter - Musical - 12 anos - 97 min.

Dia 12 às 15:OO filme " IDÍLIO PERIGOSO " ano  - 1944 (USA )
Atores - Heddy Lamar, George Brent e Paul Lukas.
Diretor - Jacques Tourmeur - Drama 14 anos - 91 min.

Dia 13 às 15:00 filme " CAMINHOS ÁSPEROS " ano -- 1953 ( USA );
Atores - John Wayne, Geraldine Page, Ward Bond e Michael Pate.
Diretor - John Farrow - Faroeste - 14 anos - 87 min

Dia 14 às 15:30 filme " TOOTSIE " ano - 1982 ( USA ).
Dia 15 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Dustin Hoffmam, Jesica Lange e Ten Carr.

Dia 19 às 15:00 filme " QUANDO O CORAÇÃO FLORESCE " ano - 1955 ( USA ).
Atores - Katharine Hepbum, Rossano Brazzi e Isa Miranda.
Diretor - David Lean - Romance - Livre - 100 min.

Dia 20 às 15:00 filme " FERAS QUE FORAM HOMENS " ano - 1950 ( USA ).
Atores - Claudette Colbert, Patrick Knowles e Sessue Hayakawa.
Diretor - Jean Negulesco - Drama - 12 anos - 106 min.

Dia 21 às 15:30 filme " ALMA EM SUPLÍCIO " ano  - 1945 ( USA ) 01 Oscar.
Dia 22 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Joan Crawford, Jack Carson e Zachary Scott.
Diretor - Michael Curtis - Drama - 14 anos - 107 min.

Dia  26 às 15:00 filme " TRÊS DIAS DO CONDOR " ano - 1975 ( USA ).
Atores - Robert Redford, Faye Dunaway, Clif Robertson Max Von Sydow.
Diretor - Sidney Pollack - Policial - 14 anos - 112 min.

Dia 27 às 15:00 filme " FUGITIVOS DO INFERNO ' ano - 1942 ( USA ).
Atores - Errol Flyinn, Ronald Reagan, Nancy Coleman e Raymond Massey.
Diretor - Raoul Wash -  Aventura - 12 anaos - 107 min.


Dia 28 às 15:30 filme " UMA PAIXÃO EM FLORENÇA " ano -2000 ( USA/INGLATERRA )
( Baseado na obra de Somerset Maugham)
Atores - Anne Bancroft, Sean Penn e Krist Scott Thomas.
Diretor - Phillip Hass - Drama - 14 anos - 110 min.