domingo, 2 de dezembro de 2012

Confira a programação do Cine Nostalgia para dezembro

Dia 06 às 15:00 filme " AS IRMÃS" ano - 1938 ( USA )
Atores - Betty Davis, Errol Flynn, Anita Louise e Jane Bryan
Diretor - Anatole Litvak - Drama - 12 anos - 99min.

Dia 07 às 15:00 filme " TERRA DOS DEUSES " ano - 1937 ( USA )   02 Oscar
Atores - Paul Muni, Luise Rainer, Walter Connoly e Tilly Losck
Diretor - Sidney Franklin - Drama   - 10 anos - 137 min.

Dia 08 às 15:30 filme " ROSE MARIE " ano - 1936 ( USA )

Dia 09 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Janette MacDonald, Nelson EWddy e James Stewart
Diretor - W. S. Van Dike - Musical - Livre - 113 min. 

Dia 13 às 15:00 filme " NEU REINO, MINHA VIDA " ano -- 1958 ( INGLATERRA )
Atores - Dirk Bogard, Stanley Baker,  Michael Craig e Barbara Murray
Diretor- Ralp Thomas - aventura - 12 anos -102 min.

Dia 14 às 15:00 filme " DA AMBIÇÃO AO CRIME " ano - 1957 ( USA )
Atores - Barbara Stanwyck, Sterling Hayden  e fay Wray.
Diretor - Gerd Osvald - Policial - 12 anos - 85 min.

Dia 15 às 15:30 filme " SCHUBERT -  A CASA DAS TRÊS MENINAS  " ano - 1958  ( Alemanha )

Dia 16 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Karlheinz Böhm, Johanna Matz, Evald Balser e Magda Schneider
Diretor - Ernest Marischka - Romance - Livre - 97 min.

Dia 20 às 15:00 filme " FOFOCAS DE HOLLIWOOD " ano - 2000 ( USA )
Atores - Julie Andrews, William Baldwin e Joanne Triplebom
Diretor -  Erick Styles - Romance - 12 anos - 89 min.

DIa 21 às 15:00 filme " A DAMA DE LOUISIANA " ano - 1941 ( USA )
Atores - John Wayne, Ona Munson, Ray Middleteon e Helen Westley
Diretor - Berard Voirhaus - Aventura - 12 anos - 85 min.

Dia 22 às 15:00 filme " NATAL BRANCO " ano - 1954 ( USA )

Dia 23 às 16:00  ( O MESMO FILME  )
Atores - Bing Crosby, Rosemary Clooney, Danny Kaye e  Vera Ellen.
Diretor - Michael Curtz - Musical - Livre - 120 min.

Dia 25 às 15:00 filme " CANDELABRO ITALIANO " ano - 1962 ( USA )
Atores  - Troy Donahue, Angie Dickinson, Rossano Brazzi e Susane Pleschette,
Diretor - Delmer Davis - Romance - Livre - 109 min

Dia 27 ás 115:00 filme " A ÚLTIMA CARROÇA " ano - 1956 ( USA )
Atores - Richard Widmark, Felicia Farr e Zuzan Köhner
Diretor - Delmer Davis - Faroeste - 12 anos -  99 min.

Dia 28 às 15:00 filme " A PELE " ano - 1981  ( ITALIA/FRANÇA )
Atores - Marcello Mastroianni, Burt Lancaster, Claudia Cardinalli e Alexandra King.
Diretor - Liliana Cavani - Drama - 16 anos - 128 min.
  
Dia 29 às 15:30 filme " NOITES COM SOL "  ( Da Obra de Leon Toistoi ) ano - 1990 ( Italia )

Dia 30 às 16:00 ( O MESMO FILME  ).
Atores - Julian Sands, Charlotte gaisnburg e Natassia Kinsk
Diretores - Paolo e Vittottrio Taviani - Drama - 12 anos - 113 min.

sábado, 17 de novembro de 2012

Sete décadas de vida e quatro dedicadas ao cinema


O cineasta Martin Scorsese completa 70 anos neste sábado, 17. Em sua trajetória, são mais de 40 anos dedicados ao cinema, mas não simplesmente ao fazer cinematográfico. Scorsese é um daqueles diretores diferenciados, que tem paixão pelo que faz, paixão pelo fazer e paixão pela arte. 

Sua cinefilia é evidente em qualquer bate-papo registrado em vídeos ou livros. Scorsese é um profundo conhecedor do cinema, preocupa-se com a memória da sétima arte, restaurando filmes através da World Cinema Foundation, e imprime todo essa paixão em sua obra. 

Ele não é um midas da indústria cinematográfica. Pelo contrário: coleciona uma série de fracassos de bilheteria. Em muitos casos, suas propostas foram mal interpretadas ou mal entendidas. Por muito pouco, não ficou à margem da indústria hollywoodiana, da qual procura se desvincular, entre uma produção e outra, realizando documentários independentes. 

Foi o cinema também que livrou Scorsese de dois destinos cruéis. Nascido em um bairro pobre de Nova Iorque, filho de imigrantes italianos, ele dizia que só teria duas opções na vida: ser padre ou gângster. Quis o destino que ele conhecesse o cinema e o mundo pôde ser coroado com o seu talento. 

Desde “Quem bate à minha porta?” até “A Invenção de Hugo Cabret”, são exatamente 44 anos de atividades. Com “Taxi Driver” e o retrato cru de Nova Iorque, juntamente com a crítica ácida a um sistema social hipócrita e excludente, começou a deixar a marca de reconhecimento como um dos grandes diretores de sua geração. 

Mesmo assim, sob pressão dos estúdios, depois do fracasso de “New York, New York”, seu primeiro e único flerte com um musical, chegou a pensar em jogar tudo para o alto. Foi graças a Robert De Niro que Scorsese voltou revigorado, em um projeto que pode ser considerado o ápice de sua obra. 

“Touro Indomável” é a cinebiografia do boxeador nova iorquino Jake La Motta. Rodado em preto-e-branco, o filme tem uma combinação de elementos que o colocam no patamar de melhor produção do cinema americano dos anos 80. Cada plano é milimetricamente estudado, mas dentro de uma montagem agressiva, quase sufocante, que traz o tom cruel e violento, não dos ringues de boxe, mas da vida que circunda a personagem principal. 

Scorsese, diga-se de passagem, tem colaboradores que o seguem e complementam de forma brilhante as suas propostas. A montadora Thelma Schoonmaker é, sem dúvida, a sua principal colaboradora. Acompanha o cineasta há 35 anos e é responsável por imprimir aquele ritmo que mistura, quase sempre, contemplação e agonia. 

A colaboração com Robert De Niro também rendeu bons frutos para ambos. Foi com “Touro Indomável” que o ator recebeu seu primeiro e único Oscar de Melhor Ator (o primeiro foi como coadjuvante em “O Poderoso Chefão II”). Na última década, o diretor firmou uma parceria com Leonardo DiCaprio. Na era das superproduções, o resultado não foi tão frutífero como a parceria com De Niro. Mas foi com “Os Infiltrados”, protagonizado por DiCaprio, que Scorsese recebeu o primeiro Oscar de sua carreira. 

Costumo dizer que Oscar não é parâmetro de qualidade e um dos grandes exemplos é o próprio Scorsese. “Os Infiltrados” é um filme que pode ser classificado como mediano, no máximo. Está muito longe de ser o melhor trabalho de Scorsese. O que parece ter acontecido foi que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas quis dar um prêmio de consolação ao cineasta, por ter deixado passar as oportunidades em filmes como “Touro Indomável” e “Os Bons Companheiros”. 

Outro ponto alto de sua obra é a utilização da música como elemento de estratégia dramática. Poucos diretores conseguem manipular esse artifício com tanta maestria. No cinema americano, dentro desse aspecto, podemos citar Stanley Kubrick e Quentin Tarantino. É algo complexo de concretizar e podemos observar esse direcionamento de Scorsese até em obras que passaram batidas pelo público e pela crítica, a exemplo de “Vivendo no Limite”.

O próprio Scorsese sabe que não lhe resta muito mais tempo de ofício. Sejamos realistas: não podemos esperar mais 40 anos de trabalho. Portanto, seus projetos, segundo o próprio cineasta, serão cuidadosamente escolhidos nos próximos anos (alguns já estão em andamento, como "The Wolf of The Wall Street"). Scorsese diz que, pelo fato de não lhe restar muito mais tempo, não pode arriscar tanto, como o fazia em início de carreira. 

Um filme de Martin Scorsese equivale a um grande trabalho artístico. Como assina em seus créditos: “A Martin Scorsese Picture”. Dentro de uma trajetória de evidente talento e paixão declarada ao seu ofício e sua arte, o que podemos esperar é, nem sempre um bom filme, mas uma bela obra de arte, pincelada nos mínimos detalhes. 

Em uma de suas inúmeras entrevistas, Scorsese disse: “Um diretor que se dedica ao seu trabalho deve estar satisfeito com o que vê na tela, independente de qualquer coisa. Pois aquilo que ele vê na tela é fruto do máximo de si dedicado a um filme”. Portanto, podemos ver que Martin Scorsese segue à risca aquilo que aconselha, afinal, para quem curte o bom cinema, como não enxergar essa paixão tão evidente ao longo de sua obra?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Que programação fajuta!


A seleção do Cinemark para o Projeta Brasil é sempre um pouco confusa. Diz que a renda é revertida para iniciativas de apoio ao cinema nacional. Ingressos vendidos à R$ 3. Mas se eles querem apoiar, de fato, o cinema nacional, por que não dar espaço à produções que não conseguem verba pra distribuição, mesmo com ingressos a preços convencionais? 

Os mecanismos para se realizar um filme hoje estão diversificados (ainda difíceis, mas diversificados). O obstáculo está na grande questão: onde exibir? A renda que se procura obter junto a filmes com “E aí, comeu?” ou “Agamenon”, em dias úteis, é quase uma ofensa à inteligência do espectador. 

Tem gente que vai aprovar a programação. Tem gente que nem sabe qual o objetivo. Mas, mesmo sendo uma iniciativa de tendência positiva, sempre pode melhorar. 

Alguns títulos se salvam. Mas, como utilidade pública, segue a programação, para quem quiser conferir: 

VOU RIFAR MEU CORAÇÃO
COLEGAS
E A VIDA CONTINUA...
GONZAGA
5X PACIFICAÇÃO
XINGU
A BEIRA DO CAMINHO
31 MINUTOs
PARAÍSOS ARTIFICIAIS
O DIARIO DE TATI
AS AVENTURAS DE AGAMENON, O REPÓRTER
E AÍ... COMEU?
ATE QUE A SORTE NOS SEPARE
TOTALMENTE INOCENTES
2 COELHOS
BILLI PIG
EU RECEBERIA AS PIORES...
REIS E RATOS
CORACOES SUJOS
SOBERANO 2
NA ESTRADA
OS 3
AMANHA NUNCA MAIS
NOVELA DAS OITO
HELENO
TROPICALIA
RAUL SEIXAS: O INÍCIO, O FIM E O MEIO
CURITIBA ZERO GRAU

É só hoje, dia 12 de novembro, nas salas Cinemark em todo o Brasil


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Panorama amplia projeções de mostras para Cachoeira

Premiação do Panorama aconteceu
no Espaço Glauber Rocha

O Panorama Internacional Coisa de Cinema encerrou as suas atividades na quinta-feira passada. Realizadores e cinéfilos já consideram o evento como um dos mais importantes do calendário cinematográfico do Brasil. Com mostras nacionais e internacionais, o Panorama é um daqueles festivais que consegue aproximar público e realizadores.

Este ano, 13 produções foram premiadas, entre elas o já consagrado primeiro longa do pernambucano Kleber Mendonça Filho, “O Som ao Redor”. Os realizadores baianos também ganham destaque durante o evento. Os curtas “Desvelo”, de Clarissa Rebouças, e “Arremate”, de Rodrigo Luna, foram algumas das produções da Bahia premiadas.



O Panorama fez também uma homenagem à pornochanchada, com uma retrospectiva diversificada. Nesta edição também, o evento firmou uma parceria com a Universidade Federal do Recôncavo, promovendo mostras na cidade de Cachoeira. Cláudio Marques, um dos organizadores, junto com Marília Hughes, garante que a parceria vai continuar para o próximo Panorama.






Confira a lista completa de premiados: 

Júri Oficial Competição Nacional
Melhor Longa – “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho (R$ 10 mil)
Prêmio Especial do Júri – “Doméstica”, de Gabriel Mascaro (R$ 12 mil em serviços, oferecidos pelos estúdios Quanta)
Melhor Curta – “Dizem que os Cães Vêem Coisas”, de Guto Parente (R$ 10 mil oferecidos pelo IRDEB)
Prêmio Especial do Júri  - “A Onda Traz, O Vento leva”, de Gabriel Mascaro
Menção Honrosa – “Luna e Cinara”, de Clara Linhart
Menção Honrosa – “Odete”, de Ivo Lopes Araújo, Clarissa Campolina e Luiz Pretti

Júri Jovem Competição Nacional
Melhor Longa – “Esse Amor que Nos Consome”, de Allan Ribeiro
Melhor Curta – “Odete, de Ivo Lopes”, Clarissa Campolina e Luiz Pretti

Júri Oficial Curtas Baianos
Melhor Curta – “Arremate”, de Rodrigo Luna (R$ 5 mil); e Desvelo, de Clarissa Rebouças (R$ 6 mil em serviços, oferecidos pelos estúdios Quanta)
Menção Honrosa – “Rua dos Bobos”, de Ohana Almeida

Prêmio ABCV (troféu confeccionado por Leonel Mattos)
Menção Especial: “A Descoberta”, de Ernesto Molinero
Prêmio ABCV / ABD-BA: “Joelma”, Edson Bastos

Prêmio Cineclube Mário Gusmão (júri formado em Cachoeira)
“O Cadeado”, de Leon Sampaio

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Uma homenagem à pornochanchada


Quando se fala em pornochanchada, muitos de nós já olhamos para o movimento com certo desprezo. Os intelectuais da época efervescente desse tipo de cinema, então, nem se fala. A pornochanchada teve sua produção iniciada em meados da década de 70 e foi, no decorrer dos anos 80, que se tornou um grande sucesso comercial no Brasil.

O tom quase pornográfico dessas produções atraía milhões de brasileiros às telas do cinema. O que pouco se discute é o fato de a pornochanchada, na verdade, trabalhar em cima de uma estética debochada para debochar da então situação pela qual passava o País. Bom, é o que alguns olhares enxergam, mas isso não importava à maioria do público.

E a 8a edição do Panorama Internacional Coisa de Cinema, que encerrou as atividades nesta quinta-feira, 1, em Salvador, resolveu fazer uma homenagem ao movimento desprezado pela “elite intelectual” brasileira. Com retrospectivas de grandes diretores da pornochanchada, o Panorama reviveu, especialmente a década de 80, levando ao público a quase pornografia, o deboche e a nostalgia para quem viveu o período. 

Nas competitivas baianas, produções de estéticas radicais, como Rua dos Bobos e Amém, outras com princípios mais formais, a exemplo de O Velho e os Três Meninos, ou ainda mais objetivos, e narrativamente progressivas, como Arremate. Na competitiva nacional, algumas consagrações, com a presença do premiado O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho. 

No final, para os organizadores o saldo foi positivo, tanto de público, quanto de filmes selecionados. Ano que vem, a promessa é ter mais!

Já já, uma cobertura mais completa!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Confira os atores selecionados para a adaptações de Quincas Berro D' Água na UniJorge


Os alunos do curso de Produção Audiovisual da UniJorge estão preparando adaptações de Quincas Berro D' Água, em homenagem ao centenário do autor baiano. Nos dias 10 e 12 de setembro, foram realizados os testes de elenco para a seleção de atores. Confira abaixo os selecionados:

Equipe 01

Leandro Rocha – Curió
Evaldo Maurício – Negro Pastinha
Tiago Querino – Pé-de-vento
Ednei Alessandro – Cabo Martin
Catarine Barreto – Vanda
Julio Cesar Melo – Seu Jorge
Gil Reis – Homem
Rose Vitório – Empregada
Diego Souza – Moleque

Equipe 02

Luma Belfort - Vanda
Thor Medrado - Leonardo
Paulo Bittenca - Santeiro
Salete Saraiva - Creuza (vizinha)
Gabriela Viana - Baiana
Lucival Almeida - Médico
Evaldo Mauricio - Kleber
Adrielle - Jussara (amiga da Baiana)

Equipe 03

Clarissa Gonçalves -Vanda
Lika Ferraro - Otacília
Ridson Reis - Jornaleiro
Urias Lima – Mestre Manuel
Evelin Buchegger - Quitéria
Ewerton Matos - Entrevistador


Equipe 04

Tiago Querino - Pé-de-vento
Luci Carvalho - Quiteria
Ednei Alessandro – Cabo Martin
Leandro Rocha - Curió
Evaldo Maurício – Negro Pastinha
Paulo Bitenca – Mestre manuel
Luma Belfort– Maria Clara

sábado, 15 de setembro de 2012

Atores convidados

Fernando Neves e Lucy Carvalho vão compor o elenco dos curtas adaptados pelos alunos de Produção Audiovisual da Jorge Amado, interpretando, respectivamente, Quincas Berro D´água e Quitéria. Fernando Neves, que acompanhou uma das seleções de atores para as produções, no dia 12 de setembro, bateu um papo com a gente. Confira!


Estudantes da UniJorge iniciam produção de Quincas Berro D´água

Seleção de atores na UniJorge



Não poderia ser diferente, como disse a professora do curso de Produção Audiovisual da UniJorge, Ceci Alves. No ano do centenário de Jorge Amado, os alunos do curso estão trabalhando em uma adaptação do livro Quincas Berro D´água. O processo de seleção de atores já começou, no último dia 10.

E o trabalho está com um reforço de peso: o produtor de elenco Elson Rosário está orientando os alunos no que diz respeito à preparação de atores; o ator Fernando Neves interpretará Quincas; já a atriz Lucy Carvalho também participará das produções, interpretando a personagem Quitéria.



A professora Ceci Alves informa que os trabalhos devem estar finalizados até o início de novembro. “Para além da lata”, reforça. Ao lado dela, o professor Max Bittencourt também coordena as produções. São quatro equipes que trarão abordagens individuais de trechos específicos do livro. “Como os curtas são realizados por pequenas equipes, o livro foi dividido em quatro partes e a cada equipe coube uma livre adaptação do romance de Jorge Amado”, informa o professor Max Bittencourt.  

Os alunos têm um limite de cinco minutos para cada adaptação. O tamanho do livro foi um dos critérios para a escolha. “Além de ser um livro gostoso, de ser cômico, sem falar do universo rico de Jorge Amado, com personagens e questões contemporâneas”, complementa Max. Ceci, no entanto, reforça que, apesar do tamanho, não se trata de um trabalho mais simples. “É preciso ter um timing para comédia, o que não é fácil”, diz.

A professora reforça ainda que o trabalho é uma espécie de “tubo de ensaio” para o mercado. Para Max, representa o desafio de mergulhar no universo de produção bem próximo ao modo profissional. “Nós, professores estamos tentando reproduzir exatamente todas as etapas de produção de um projeto de ficção”, explica.

Vale ressaltar que o trabalho de adaptação no curso de Produção Audiovisual já faz parte do calendário. Entretanto, neste ano, ganhou um tom especial, por conta do centenário de Jorge Amado. “Agora, os alunos estão se deparando com um projeto que, ainda que acadêmico, necessita de uma estrutura complexa e bem orquestrada para acontecer, assim como qualquer outra produção de ficção”, finaliza Max.

Confira abaixo a cobertura dos testes de elenco:


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Fomento ao audiovisual no sul da Bahia

Galera do Pixelando, em Itabuna

De 6 a 9 de setembro, a cidade de Itabuna, no sul da Bahia, foi palco do Pixelando, uma iniciativa do Núcleo de Produções Artísticas e da Panorâmica Produções. A programação incluiu um ciclo de debates, exibição de filmes, palestras, além da projeção de curtas produzidos na região

De acordo com Edson Bastos, diretor da Panorâmica Produções o Pixelando surgiu da necessidade de formação de plateia e mão-de-obra para o audiovisual, no interior da Bahia. “Partindo do virtual, do site www.pixelandoonline.com.br, no qual foram disponibilizadas sete oficinas gratuitas e on-line, surgiu a necessidade de observar presencialmente aquilo que planejamos para a internet. Foi então que realizamos a primeira versão do Pixelando em Itabuna”, explicou.

As oficinas têm o objetivo de atualizar o público sobre as possibilidades de produção, utilizando teoria e prática, para que os alunos entendam o pensar e o fazer. “São oficinas individuais, mas que num determinado momento os alunos se unem para elaborar um vídeo coletivo”, afirma Edson. (veja o resultado do vídeo abaixo).

Para ele, o evento é também um momento de interação com profissionais que estão atuando no mercado de trabalho, trazendo a possibilidade de ampliar os horizontes para além do sul da Bahia, no que diz respeito à qualificação e renovação do conhecimento e de valorização dos profissionais locais. E outros projetos já estão planejados para o sul da Bahia. “Já temos confirmados a MUSA - Mostra Universitária Sulamericana de Audiovisual, nos dias 15 a 18 de outubro de 2012, e o FECIBA - Festival de Cinema Baiano, de 25 a 30 de março de 2013, ambos em Ilhéus”, revela Edson.



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Filmes gratuitos e bate-papo com os diretores: dá pra todo mundo conferir


A programação das Quartas Baianas desse dia 12 de setembro traz os filmes Lindeiras, de Bruno Saphira e Tenille Bezerra, e Sala de Milagres, de Claudio Marques e Marília Hughes. Como de costume, as exibições serão na Sala Walter da Silveira, às 19h. A entrada é gratuita. 
Os diretores dos dois filmes estarão no local pra bater um papo com o público após as projeções, que devem durar cerca de 30 minutos.  

Sala de Milagres retrata um dia e uma noite na romaria de Bom Jesus da Lapa, no sertão baiano. Já Lindeiras é um filme que trata do sertão, histórico e também mítico, que aos poucos perde espaço e se desfaz. 

Agende-se
Quartas Baianas - Filmes baianos sempre às quartas-feiras! 
Dia 12/09, às 19h, na Walter da Silveira
Entrada gratuita


domingo, 2 de setembro de 2012

História viva do cinema baiano


“São mais de 180 filmes. Parei de contar a uns 15 anos”. O currículo de Roque Araújo, realmente, não é nem um pouco contido. “Só não fui maquiador”, lembra o cineasta de 75 anos, dos quais 54 dedicados ao cinema. Roque continua na ativa e hoje acumula também o cargo de coordenador da Dimas (Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia). São três títulos de Doutor Honoris Causa por universidades nacionais e internacionais.



Amigo pessoal de Glauber Rocha, Roque era uma daquelas pessoas de extrema confiança do cineasta. Depois do imbróglio envolvendo o filme A Idade da Terra, que Glauber queria manter com quatro horas e meias de duração e sem numeração de rolos, a Embrafilmes vetou o direcionamento do diretor. Assim, ele picotou o filme e entregou o material restante a Roque para que ele vendesse a uma fábrica de vassoura o derretesse para extrair a prata e fazer um colar para dona Lúcia (mãe de Glauber).

Roque preferiu preservar o material. Depois da morte do amigo, ele resolveu dar um destino à película “extra” de A Idade da Terra. Foi então que nasceu No Tempo de Glauber, um documentário sobre um dos embriões do Cinema Novo dirigindo o seu último filme. Pouco mais de duas décadas a frente, Roque faz mais uma homenagem ao amigo, lançando Glauber Rocha:  Em Defesa do Cinema Brasileiro.

São imagens e entrevistas inéditas, através das quais acompanhamos o processo criativo do cineasta e sua militância em prol do cinema nacional. São documentos históricos preservados por Roque Araújo e agora podem ser conferidos em filme (o DVD está a venda na Dimas por R$ 15).

Como disse o próprio Roque, para contar tanta história, seria necessário uns cinco dias de entrevista para resgatar a trajetória do cinema baiano, da qual o cineasta também contribuiu de forma significativa. A luta mais recente é por um lugar para abrigar o museu do audiovisual, que está provisoriamente na Galeria Pierre Verger, nos Barris.

Para ouvir um pouco mais, confira a entrevista que realizamos com Roque Araújo na última sexta-feira, 31, lá mesmo, no museu do audiovisual.






quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mais uma "untold" história

Agora, é a vez de a vida secreta do agente mais famoso do mundo ser revelada. O documentário Everything or Nothing: The Untold Story of 007 vai adentrar aos bastidores da franquia mais longa da história do cinema (que iniciou em 1962, com Sean Connery, e prossegue até hoje, com Daniel Craig).

O diretor Stevan Riley teve acesso a porta-vozes da produtora responsável pelos filmes de James Bond e a um extenso material de arquivo para contar as batalhas e ameaças que envolveram o processo por trás das câmeras. O filme será lançado em outubro, mês em que se comemora 50 anos da saga, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira a programação do Cine Nostalgia para o mês de setembro


Dia 01 às 15:30 filme " GILDA " ano - 1946 ( USA )
Dia 02 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Rita Hayword, Glenn Ford e George Mac Ready
Diretor - Charles Vidor - Romance - 12 anos - 110 min.
 
Dia 06 às 15:00 filme " O GRANDE SEGREDO " ano - 1945 ( USA )
Atores - Gary Cooper, Lili Palamer e Robert Alda.
Diretor - Fritz Lange - Policial - 14 anos - 114 min.
 
Dia 07 às 15:00 filme " O HOMEM QUE QUERIA SER REI " ano - 1975 ( USA )
Atores - Sean Connery, Michael Caine e Christopher Plummer.
Diretor - John Huston - Aventura - 12 anos - 129 min,
 
Diia 08 às 15:30 filme " CORAÇÕES EM RUINAS " ano - 1939 ( USA )
Dia 09 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Katherine Hepbum, Charales Boyer e John Beal.
Diretor - Phillp Moeller   - Romanace - Livre - 90 min,
 
Dia 13 às 15:00 filme " LOUCO DE AMOR " ano - 1949 ( USDA )
Atores - Os Irmãos Max, Hona Massey Veera Ellen e Marilyn Monroe
Diretor - David MIller - Comédia - Livre - 91 min.
 
Dia 14 às 15:00 filme " QUANDO EXPLODEM AS PAIXÕES " ano - 1959 ( USA )
Atores - Frank Sinatra, Gina Lollobrigida, Steve Mac Queen e Peter Lawford
Diretor - John Sturge - Aventura - 14 anos - 124 min.
 
DIa 15 às 15:30 filme " NUM DIA CLARO DE VERÃO " ano -1970 ( USA )
Dia 16 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Barbra Streisend, Yves Montand, jack Nicholson e Bob Newhart
Diretor - Vincenti MInnelli -  Romance - 12 anos - 129 min.
 
Dia 20 às 15:00 filme " MINHA ESPERANÇA É VOCÊ " ano - 1963 ( USA )
Atores - Judy Garland, Burt Lancaster, Gena Rowlands e Steve Hill
Diretor - John Cassavetes - Drama - Livre - 103 min.
 
Dia 21 às 15:00 filme " ONDE COMEÇA O INFERNO " ano -1959 ( USA )
Atores - John Wayne, Dean Martin, Ricky Nelson e Angie Dikinson.
Diretor - Hoard Hawks - Faroeste - LIvre - 141 min.
 
Dia 22 às 15:30 filme " CARÍCIAS DE LUXO " ano - 1962 ( USA )
Dia 23 às 16:00 ( O MESMO FILME )
Atores - Doris Day, Cary Grant e Gig Young
Diretor - Delbert Mann - Romance - Livre  - 90 min.
 
Dia 27 às 15:00 filme " TINHA QUE SER VOCÊ " ano - 2009 ( USA )
Atores - Dust Hoffman, Emma Thompson
Diretor - Joel Hopkins - Drama - 12 aanos - 92 min.
 
Dia 28 às 15:00 filme " SUA ÚNICA SAÍDA '" ano - 1947 ( USA )
Atores - Robert Mitchum, Tereza Wright, Judith Anderson e Dean Jaggeer
Diretor - Raoul Walsh - Faroeste - 14 aanos - 101 min.
 
Dia 29 às 15:30 filme " A VIÚVA ALEGRE " ano - -1952 ( USA )
Dia 30 À ( O MESMO FILME )
Atores - Fernando Lamas, Lana Turne e Una Merkel
Diretor -Curtis Bernhardt - Musical - Livre - 105 min.

O Cine Nostalgia funciona no Teatro da Barra, em Salvador, na Rua Marquês de Caravelas, nº 50. O ingresso custa R$ 6. Informações: 71 3264-4163

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ouça as sonoras completas feitas durante o debate Com ou Sem Edital






Faça filmes, com ou sem edital


Com ou sem edital, podemos fazer cinema. Foi essa a mensagem que o CUAL - Coletivo Urgente Audiovisual quis passar com a realização de um encontro no último dia 23 de agosto, no Solar Boa Vista, no bairro de Brotas, em Salvador. Como falou Luan Santana Marques, um dos integrantes do CUAL, o que se viu foi um embate entre gerações que muito explica a realidade atual do cinema baiano.

Vimos foi a turma do "EU fiz, EU faço e EU vou fazer" contra as do que choramingam. Pouco se concluiu em termos de ações práticas, o que era a proposta inicial do CUAL ao tomar essa iniciativa. Alguns realizadores presentes, como Fabiano Passos, que é sócio da produtora Maisum Filmes, apresentou a visão do que se espera fazer enquanto busca de caminhos alternativos, e é o que se trabalha dentro da proposta de trabalho do CUAL: fazer filmes, com o que se pode e o que se tem. Há meios para se produzir e "escoar" a sua produção, especialmente com a internet.

Criou-se uma cultura no nosso Estado de que ser independente é quase algo inviável ou intocável. Mas, apesar desses embates presenciados durante o encontro, enxergamos uma luz no fim do túnel, uma vez que se viu uma mobilização de pessoas interessadas em movimentar a cena do audiovisual na Bahia e, de certa forma, tentar acabar com as tais panelinhas (não foi um consenso geral, mas, sim: no fundo, há uma proposta nas entrelinhas).

O Solar Boa Vista é palco das mostras do CUAL e, dessa vez, abriu as portas para se debater caminhos de produção. É o primeiro de muitos que se vem pela frente e esperamos que muitos realizadores enxerguem o cinema como ele realmente deve ser enxergado: de forma coletiva. Francisco Gabriel Rego, outro integrante do grupo, destacou também que é a participação de um processo importante para o cinema baiano. É abrir o caminho, principalmente, para a produção independente e criar uma força-tarefa para evitar o fechamento de portas.

O CUAL é formado por: Álvaro Andrade, Bianca Muniz, Danilo Umbelino, Deise Valente, Francisco Gabriel Almeida, Luan Santana Marques, Marcus Curvelo, Ramon Coutinho e Rodrigo Garcia.

Veja o vídeo.   





sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O primeiro de muitos

A galera do CUAL promoveu um debate importante ontem (quinta-feira, 23), no espaço Solar Boa Vista, sobre os caminhos para a produção cinematográfica alternativa. No entanto, apesar dos esforços, muito se falou e pouco se fechou. Alguns participantes pareciam estar ali para falar do que eles fazem ou fizeram, alimentando seus próprios egos. Outros demonstravam estar perdidos no mercado, sem saber aonde ir.

O debate foi salvo por contribuições ricas de alguns presentes, que propuseram ações práticas para a produção independente. Como o próprio CUAL disse, a ideia não era choramingar por espaço ou dizer o que fez ou o que não fez, mas sim pensar e levantar demanda sobre qual o melhor caminho para se produzir de forma independente e coletiva, proporcionando diversidade de visões e liberdade criativa.

Lógico, nosso Estado está pouco acostumado a promover debates dessa natureza, pois a maioria espera a mamata do governo. Mas a iniciativa merece atenção, pois pode se inaugurar uma nova era de discussões sobre o fazer cinematográfico na Bahia e também no Brasil. Já já, mais novidades.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Produzir, com ou sem edital


Na madrugada, um computador e um desespero. Na calada da noite, um fusca e uma revolta. Dois personagens e uma angústia em comum: fazer cinema. Produzir cultura em nosso País não é tarefa fácil. Em nossa realidade baiana, pela qual temos o direito de falar, a situação parece se agravar. Quando falamos em cinema, então, aí é que fodeu. Mas dizem que tudo nessa vida tem solução. 

Por isso, o CUAL - Coletivo Urgente de Audiovisual está promovendo o encontro COM OU SEM EDITAL, nesta quinta-feira, 23, no espaço Solar Boa Vista, em Brotas, palco das mostras do grupo oriundo da Universidade Federal da Bahia. A proposta é promover um debate, entre realizadores e interessados em cinema, sobre as formas alternativas de se produzir audiovisual. 

O evento promete ser movimentado e o debate rico. A galera do CUAL pediu ainda para os realizadores que possuírem qualquer dispositivo de captura de imagens registrarem o encontro sob o seu ponto de vista. 

Agende-se

Com ou sem edital
Dia 23 de agosto, quinta-feira
19h30
Solar Boa Vista de Brotas

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Tudo real


Neste fim de semana, saiu, em vários veículos de comunicação, uma espécie de “teaser fofoqueiro” sobre o que seria o próximo filme de Lars Von Trier. O ator Shia LaBeaouf, que integrará o elenco, disse que fará sexo “de verdade” no trabalho que leva o título, em tradução livre, de Ninfomaníaca. Em se tratando de Lars Von Trier, tudo pode nos surpreender, positiva ou negativamente. 

O ator disse ainda que não só o sexo será “real”. No topo do roteiro, existe um aviso alertando aos atores que nenhuma ação será encenada. Aquilo que for “ilegal” será desfocado pelas câmeras. Como disse, em se tratando do diretor dinamarquês, não podemos afirmar que esse “real” é realmente real ou se é uma jogada de marketing do ex “Transformers”, que ainda afirmou não se encaixar mais em superproduções de Hollywood. Está em busca de novos desafios (?). 

E haja desafio ao lado de um dos grandes nomes do Dogma dinamarquês. Nesse fim de semana, o Telecine Cult exibiu o último filme de Von Trier, Melancolia. Não vale a pena descrever, mas vale conferir, assim como Anticristo, obra anterior a Melancolia, Dogville ou Dançando no Escuro... Todas em um apocalíptico tom real.

domingo, 19 de agosto de 2012

Confira os vencedores do Festival de Gramado


Encerrado neste sábado, 18, o Festival Cinema de Gramado escolheu o filme Colegas como o melhor longa nacional. Dirigido por Marcelo Galvão, o filme narra a história de dois amigos que têm Síndrome de Down. O pernambucano Kleber Mendonça Filho foi premiado como melhor diretor pelo filme O Som ao Redor.

Foto: Edson Vara/Pressphoto
Os vencedores dos Kikitos no Festival de Gramado 2012


Confira a lista completa:

Curtas-metragens

Melhor desenho de som
Gabriela Bervian ("Casa Afogada")

Melhor Trilha Musical
Marcos Azambuja ("Funeral à Cigana")

Melhor Direção de Arte
Iara Noemi e Gilka Vargas ("Casa Afogada")

Melhor Montagem
Di Melo e Gustavo Forte Leitão ("O Imorrível")

Melhor Fotografia
Bruno Polidoro ("Casa Afogada")

Melhor Roteiro
Marcelo Matos de Oliveira ("Menino do Cinco")

Melhor Atriz
Sabrina Greve ("O Duplo")

Melhor Ator
Thomas Vinícius de Oliveira ("Menino do Cinco")

Prêmio Especial do Júri
"A mão que Afaga", de Gabriela Amaral Almeida

Melhor Filme Júri Popular
"Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Melhor Diretor
Gilson Vargas ("Casa Afogada")

Melhor Filme
"Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Prêmio Canal Brasil - Melhor Filme
"Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Longa-metragem Estrangeiro

Melhor Fotografia
Boris Peters e Larry Peters ("Leontina")

Melhor Roteiro
Eduardo del Llano Rodríguez ("Vinci")

Melhor Ator
Jorge Esmoris ("Artigas, La Redota")

Menção Honrosa
"Vinci"

Menção Especial
"Artigas, La Redota"

Melhor Filme Júri Popular
"Artigas, La Redota"

Melhor Diretor
César Charlone ("Artigas, La Redota")

Melhor Filme
"Artigas, La Redota"

Júri da Crítica

Melhor Curta-metragem
" Menino do Cinco", de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

Melhor Longa Estrangeiro
" Artigas, La Redota", de César Charlone

Melhor Longa Brasileiro
" O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho

Longa-metragem brasileiro
Melhor Desenho de Som
Kleber Mendonça Filho e Pablo Lamar ("O Som ao Redor")

Melhor Trilha Musical
André Abujamra ("Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!")

Melhor Direção de Arte
Zenor Ribas ("Colegas")

Melhor Montagem
Leyda Napole ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")

Melhor Fotografia
Gustavo Hadba ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")

Melhor Roteiro
Pedro Bial ("Jorge Mautner - O Filho do Holocausto")

Melhor Atriz
Fernanda Vianna ("O Que se Move")

Melhor Ator
Marat Descartes ("Super Nada")

Prêmio Especial do Júri
Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg ("Colegas")

Melhor Filme Júri Popular
" O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho

Melhor Diretor
Kleber Mendonça Filho ("O Som ao Redor")

Melhor Filme
" Colegas", de Marcelo Galvão

sábado, 18 de agosto de 2012

Filmes latino-americanos têm exibição gratuita em Salvador


Em termos de variedade cultural, Salvador está a anos-luz atrás de muitas outras capitais do Brasil e mesmo do Nordeste. Por isso, algumas ações localizadas merecem ser destacadas, como é o caso do programa Cinema em Construção, do Instituto Cervantes. A partir desta segunda-feira, 20, serão exibidos filmes latino-americanos selecionados dos festivais San Sebastian e Toulouse, premiados em fase de produção e pós-produção.

Essas seleções tiveram como objetivo destinar apoio a esses filmes para eles serem finalizados. Concluídos, eles participam da rota do Cervantes, que, sem Salvador, fica localizado na ladeira da Barra. Na quarta-feira, 22, o diretor Ernesto Contreras, do filme Párpados Azules, participará de uma mesa redonda após a exibição de seu trabalho.

A programação segue até o dia 24 de agosto. Ah! E a entrada é franca, com acesso limitado ao espaço do local.  

Confira a programação:

Segunda-feira (20): "El baño del Papa" (Uruguai, 2007). Diretor: Enrique Fernández e César Charlone
Terça-feira (21):  "La punta del diablo" (Argentina, 2006). Diretor: Marcelo Paván
Quarta-feira (22): "Párpados azules" (México, 2007). Com a presença do Diretor Ernesto Contreras
Quinta-feira (23): "Rabia" (Chile, 2006) – 74min. Diretor: Óscar Cárdenas
Sexta-feira (24): "Una novia errante" (Argentina, 2006). Diretora: Ana Katz

Todos os filmes serão exibidos às 19h.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Pausa

Pausa para reforma. Já voltamos!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Feliz dia do cinema tupiniquim!


                                               Reprodução Facebook
A distribuição "igualitária" do Minc de propostas para projetos audiovisuais. Concorrem realizadores de todo o Brasil

Hoje é dia do cinema brasileiro. Mas aí, devemos nos perguntar: comemorar o que? Uma política pública que não contempla o que deveria contemplar, que não se distribui igualitariamente (veja a imagem), ou uma classe artística vaidosa, desorganizada e sem a menor intenção de apoiar um coletivo? Não se tem mais fé no cinema brasileiro autêntico, aquele que pode ganhar o mundo com uma identidade própria.

O que se tem é uma tentativa de virar indústria, mesmo sem a estrutura para tal, o que torna o caminho ainda mais tortuoso para quem quer seguir nessa área. Os sucessos de bilheteria dão a falsa impressão de que estamos no caminho certo. Não se fala aqui de um nacionalismo exacerbado, mas de o desenvolvimento de algo original, de um fazer cinematográfico que tenha expressão e que não seja um mero registro de atores contracenando ou documentários sobre história de times de futebol.

O grande público merece entretimento, mas merece educação, merece ter o seu senso crítico provocado. Fazer filmes "favela" ou "sci-fé" é só uma extensão da alienação que se alcança com a televisão. É importante que os programas massificados existam pra se criar o contraponto. Nesse ínterim, entram os filmes de entretenimento, mas é preciso dar a opção ao público e a ferramenta para quem faz.

Podem faltar bons projetos? Sim. Mas falta dar acesso e oportunidade aos novos. Nada justifica o que se vê no cinema brasileiro atual, diante da história e dos nomes que um dia nós já tivemos. Se garimparmos Brasil adentro, vamos encontrar inúmeros trabalhos perdidos, que poderiam chegar ao conhecimento do grande público e trazer algo diferenciado do que já estamos cansados de ver. Vemos um sucesso estrondoso de Tropa de Elite, mas depois parece que nada daquilo existiu.

Retomada? Não precisamos que o cinema seja retomado, mas sim renovado, com base naquilo que já conhecemos. Vamos admitir: é preciso termos referências nessa vida, pois tudo o que já pensamos alguém, um dia, já pensou melhor. Na arte, no cinema, não é diferente. Cabe às novas gerações renovarem um pensamento que foi desgastado, esquecido e marginalizado. Cinema é cinema. Ponto final.

E, pra não deixar de citar, 19 de junho foi escolhido pela “brilhante” Ancine como o dia do cinema brasileiro pois, nesta data, nos idos de 1889 tem-se o registro em imagens em movimento (não propriamente cinema, mas sim, um protocinema) mais antigo que se tem conhecimento do Brasil. Foi um cinegrafista italiano, chamado Afonso Segreto, que registrou a sua chegada ao Brasil, a bordo do navio Brésil, filmando a entrada da Baía de Guanabara. Até 1903, Afonso e seu irmão Paschoal registraram em filme os principais acontecimentos do País. Ou seja, nosso cinema recebeu o pontapé inicial de dois italianos.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mostra CUAL: cineclubismo no Solar Boa Vista


Debate rolando solto na última Mostra
CUAL

Há quase um mês, no dia 18 de maio, a galera do CUAL – Coletivo Urgente de Audiovisual -  realizou mais uma de suas já tradicionais mostras no Solar Boa Vista, no bairro de Brotas, em Salvador. Naquela ocasião, o CUAL celebrava um ano de realização da mostra, com a exibição de filmes produzidos pelo grupo, com curadoria do crítico de cinema João Carlos Sampaio.

É importante frisar que o Solar Boa Vista é um espaço de cultura aberto ao público. A mostra CUAL  já se consolidou no calendário de eventos mensais do Solar. Aos pouquinhos, o público interessado em cinema vai comparecendo para conferir alguns dos trabalhos desses talentosos jovens.

Naquele dia 18 de maio, foram exibidos os filmes Que Horas é a Sessão, Fake Off e O Caminho Mais Próximo de Casa, cada um com características bem distintas, mas com a marca CUAL de fazer filmes. E a mostra, como reforçaram os jovens em uma entrevista cedida a este blog, é quase um cineclubismo.

É importante que iniciativas como essa sejam disseminadas no meio cinematográfico, especialmente na Bahia, carentes de qualquer tipo de apoio ou até boa vontade para se fazer cinema. O CUAL faz filmes com o que pode, com o que tem abre espaço para um canal de exibição, discussão e acesso ao público.

Hoje, dia 14 de junho, vai rolar mais uma mostra. A programação é a seguinte:
- "Olho de Vidro"
FIC. 13 min. Dir. Klaus Hasten (Casa das Artes)
- "Tudo Volta Para o Mesmo Lugar (Homem Boi Contra Lagarto, Lagartixa e Jacaré)".
DOC. 22 min. Dir. Marcus Curvelus (CUAL)
+ 1 Filme Surpresa

Não deixe de conferir. A entrada é gratuita e os filmes começam a ser exibidos às 19h30. Depois, o debate! Em breve, uma reportagem mais detalhada dessa iniciativa!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Homenagem a um visionário

Antes de Glauber Rocha, a Bahia tinha Roberto Pires, um precursor do cinema no nosso Estado. O próprio Glauber dizia que, se o cinema na Bahia não existisse, Roberto Pires o teria inventado. O Instituto Memória Roberto Pires foi criado por iniciativa de um de seus filhos, Petrus Pires, que quer preservar a memória do pai, morto em 2001.

Agora, quem presta homenagem ao visionário cineasta é a Associação Baiana de Imprensa (ABI), que inaugura, em sua sede, a Sala Roberto Pires, um espaço voltado para exibir e debater cinema. A inauguração será neste sábado, dia 2 de junho, às 15h. Será exibido o filme Abrigo Nuclear (1982), de Roberto Pires, uma das poucas ficções científicas produzidas no Brasil.

Após a exibição, haverá um bate-papo com o cineasta André Luiz de Oliveira. Esse é o início de uma série de diálogos sobre cinema, que contarão com a exibição de filmes e conversas com cineastas, jornalistas e críticos de cinema.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O documentário dos nossos sonhos perdidos


Werner Herzog é um cineasta diferenciado. É só ver a sua abordagem em filmes como Lessons of Darkness (1992), uma poesia apocalíptica sobre o Kwait, no período de guerra, rodada em 16 mm, em meio ao fogaréu dos poços de petróleo. Nesta semana, conferi um documentário mais recente, intitulado Caverna dos Sonhos Perdidos (2010).

O cineasta e sua equipe (que, na ocasião, foi reduzida a quatro pessoas) tiveram uma autorização sem precedentes para filmar dentro da caverna Chauvet (cujo nome foi dado em homenagem ao seu descobridor), localizada no sul da França, que guarda um tesouro artístico da humanidade: pinturas rupestres que seriam as mais antigas das quais se têm registro atualmente em nosso planeta (mais de 32 mil anos).

A partir daí, somos levados a uma expedição pela história da arte enquanto documento de percepção da realidade ao nosso redor. Herzog faz paralelos com os artifícios de sobrevivência dos seres humanos daquela época, com o apoio de arqueólogos e historiadores. Acima disso, conseguimos perceber ainda mais a importância da arte como meio de expressão.

São desenhos com traços muito bem definidos, alguns até sugerindo movimento (o que Herzog chamou de uma espécie de primórdio da experiência de proto-cinema). Os desenhos retratam principalmente animais e algumas poucas figuras surrealistas (como a junção de um homem e um leão). Através delas, vamos tentando deduzir o porquê de aquelas obras estarem ali e quais os seus reais significados, que foram evaporados com o tempo.

Em certas sequencias, somos convidados a “ouvir” o silêncio da caverna ou, simplesmente, contemplar aquelas imagens, fantásticas, por sua estética e por suas significâncias artística e histórica.

 Em determinado momento, o cineasta faz uma reflexão sobre o próprio fazer documentário, como forma de construir um olhar sobre a nossa realidade. E, nesse ínterim, nos questionamos: até que ponto estamos falando de um reflexo fiel do nosso real? Trata-se de uma construção espontânea ou algo forjado sobre o qual olhamos e nos enxergamos como parte da posteridade? Seriam os nossos sonhos perdidos?

De certa forma (inconscientemente ou não: isso nunca vamos saber), era o que queriam aqueles artistas: deixar um legado histórico sobre sua vivência naquele período. Muito mais do que um registro, aquilo era a construção de sua realidade, um olhar original e esteticamente bem trabalhado sobre algo que os circundava. Aquilo, em sua forma mais primitiva, mas espontânea, não deixou de ser um documentário.     

domingo, 27 de maio de 2012

Crítica: Os Vingadores


O cinema que não é arte

Carlos Baumgarten

Quem faz parte da geração dos anos 80, especialmente as pessoas do sexo masculino, certamente, deve se lembrar dos seriados japoneses que animavam as tardes da antiga Rede Manchete. Jaspion, Jiban, Changeman, só pra citar alguns exemplos, eram a “tosqueira” pura e simplesmente. Mas era a moda e fazia sucesso, com aqueles personagens maléficos de maquiagem forte e figurino exagerado, que lutavam contra nossos heróis de movimentos bruscos em um balé a la trash.

Pois bem, antes deles, tivemos a era dos comics, disputada acirradamente entre a Marvel e a DC, ou entre Homem-Aranha, X-Men e companhia limitada e Super-Homem, Batman e por aí vai. Todos tinham um motivo de ser e um foco. Em pleno século XXI, no entanto, vemos uma falta de objetivo por parte dessas superproduções de Hollywood, que estão trazendo os heróis dos quadrinhos de volta. Aliás, têm um objetivo bem claro: arrecadar bilhões ao redor do mundo. Mas só isso.

Os Vingadores é uma dessas produções. Fui conferir em uma sala comercial daqui de Salvador. Começando pelo local, lotado, mesmo já tendo estreado há algum tempo, boa parte do público não parava de conversar em toda a projeção. Isso sem contar aqueles que tentavam fotografar a tela com os seus celulares. O objetivo dos produtores, sem dúvida, foi alcançado. Não é a toa que Robert Downey Jr, que incorpora o Homem de Ferro, vai receber US$ 50 milhões, por conta do sucesso de bilheteria.

O longa reúne heróis pop da Marvel. Hulk, Capitão América, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Home de Ferro e Thor são convocados para uma batalha contra o “perverso” vilão interplanetário Loki (que é irmão de Thor) para evitar uma catástrofe mundial. Basicamente, esse é o enredo, não passando de uma premissa para a construção de cenas espetaculosas, muitas lutas coreografadas, explosões, perseguições, equilibradas a doses de humor.

A maior parte desses heróis já foi levado às telas em produções “independentes”. Lembra de Incrível Hulk (2008), com Edward Norton, Homem de Ferro (2008), com o mesmo Downey Jr, Thor (2010) e Capitão América (2011)?

Mas o roteiro é um grande fiasco aliado às interpretações forçosas dos atores, em um elenco que inclui astros experientes, como Samuel L. Jackson e Scarlet Johansson. Quando falei no início do texto sobre aqueles heróis toscos japoneses dos anos 80, estava querendo evidenciar a primeira referência que tive ao ver a projeção de quase duas horas. Aquelas expressões de bravuras desses heróis são tão forçadas quanto os movimentos daquelas moscas fantasiadas de Tóquio.

E não podemos nem colocar a responsabilidade em cima do pobre diretor Joss Whedon, afinal, sabemos que ele é apenas um mero funcionário em uma produção desse porte, e não tem nem o controle total sobre o corte final.

O vilão interplanetário é, também, ultrapassado, ingênuo e tem um figurino nada original. Leia-se: não estamos falando de mentiras excessivas, afinal, “assinamos” o contrato de veridicção. Estamos falando de um roteiro que parece que parou no tempo. Os produtores apoiaram-se na evolução gráfica dos efeitos especiais, para criar cenas milaborantes, planos sequências digitais, que parecem ter sido rodados com super gruas. Tudo é artificial ao extremo, mesmo se tratando de um filme de super-heróis.

É muito diferente de Superman – O Filme, dirigido por Richard Donner, em 1978, ou, mais recentemente, da nova roupagem de Batman, de Christopher Nolan, ou ainda o Homem-Aranha, de Sam Raimi, que conseguem aliar os espetáculos dos efeitos especiais a algo menos ridículo e mais convincente, no sentido fantasioso.   

Os Vingadores é um tipo de filme muito bem definido em um processo industrial: enlatado e voltado única e exclusivamente para o entretenimento. O público é formado por pessoas que procuram esse entretenimento ou então pelos fanáticos dos comics da Marvel. Resultado: pouca concentração. Não podemos chamar isso de cinema ou, sendo menos radical, não podemos chamar esse cinema de arte. Já ouvi algumas pessoas falando que cinema não é arte. Sob a ótica de produções como essa, realmente, não é.     

Confira a programação do Cine Nostalgia para junho

Dia 01 às 15:00 hs filme " TEMPESTADE SOBRE WASHINGTON " ano -1962 ( USA )
Atores - Henry Fonda, Charles Laughton, Don Murray e Gene Tieney
Diretor - Otto Preminger - Drama - Livre - 139 min.
 
Dia 02 às 15:00 hs filme " ARABESQUE " ano - 1966 ( USA )
Dia 03 às 16:00 hs ( O MESMO FILME )
Atores - Gregory Peck, Sophia Loren, Alan Badel e Kierom Moore.
Diretor - Stanley Donen - Policial - 16 anos - 105 min. 
 
Dia 07 às 15:00 hs filme " LEÃO NO INVERNO " ano - 1968 ( USA )
Atores - Katherine Hepbum, Peter O'Toole e Anthony Hopkins
Diretor - Anthony Harvey - Drama/Epico - Livre - 134 min.
 
Dai 08 às 15:00 hs filme " 25° HORA "  ano -1967 ( USA )
Atores - Anthony Quinn, Virna Lisi, Gregoire Aslan e Michael Redgrave,
Diretor - Henri Verneuil - Drama - 12 anos - 130 min.
 
Dia 09 às 15:30 hs filme " ADEUS ÀS ILUSÕES " ano - 1965 ( USA )
Dia 10 às 16:00 hs ( O MESMO FILME )
Atores - Elizabethe Taylor, Richard Burton, Eva Marie Saint e Charles Bronson
Diretor - Vincente Minnelli - Drama - 14 anos - 116 min.
 
Dia 14 às 15:00 hs filme " ACORRENTADOS " ano - 1958 ( USA )
Atores - Tony Curtis, Sidney Poitier, Theodore Bikel, Charles McGraw
Diretor - Stanley Kramer - Policial - 12 anos - 95 min.
 
Dia 15 às 15:00 hs filme " O DIABO FEITO MULHER " ano -1952 ( USA )
Atores   -  Marlene Dietrich, Arthur Kennedy, Mel Ferrer e Glória Henry
Diretor - Fritz Lange - Faroeste - 14 anos - 85 min.
 
Dia 16 às 15:30 hs filme " O PRÍNCIPE ENCANTADO " ano - 1957 ( USA )
Dia 17 às 16:00 hs ( O MESMO FILME )
Atores - Marylin Monroe, Laurence Olivier e Sybil Thomdike
Diretor - Laurence Olivier - Romance - Livre - 117 min.
 
Dai 21 às 15::00 hs filme " O PIRATA SANGRENTO ' ano - 1952 ( USA )
Atores - Burt Lancaster - Nick Cravat, Eva Bartok e Cristopher Lee.
Diretor - Robert Siodmak - Aveneteura - Livre - 104 min.
 
Dia 22 às 15:00 hs filme " JÚLIO CESAR  ano - 1953 ( USA )
Atores - Marlon Brando, James Mason, John Gielgud Greer Garson e Débora Keer
Diretor - Joseph Mankiewiez - Drama - 12 anos - 121 min
 
Dia 23 às 15: 30 hs filme " ANNA E O REI DO SIÃO " ano - 1946 ( USA )   02 Oscar
Dia 24 às 16:00  hs( O MESMO FILME )
Atores - Irene Dunne, Rex Harrison, Linda Darneil e J. Lee Cobb 
Diretor - John Crowell  -  Drama -  Livre - 128 min
 
Dia 28 às 15:00 filme " FOGO DE OUTUNO " 1940 ( USA )
Atores - Walter Huston, Ruth Chatterton, Paul Lukas e David Niven
Diretor - William Wyler - Romance - 12 anos - 101 min.
 
Dia 29 às 15:00 filme " BOOMERANG " ano -1974 ( USA )
Atores - Dana Andrews, Lee J. Cobb, Jane Wyatt e Arthur Kennedy 
Diretor - Ekia Kazan - Policial - 12 anos - 90 min.
  
Dia 30 às 15:30 hs filme " DO MUNDO NADA SE LEVA " ano -1940 ( USA )  02 Oscar
Atores - Jean  Arthur, Lyonel Barrymore, James Stewart e Edward Arnold
Diretor - Frank Capra - Comédia - Livre - 126 min.


O Cine Nostalgia funciona no Teatro da Barra, na Rua Marques de Caravelas, bairro da Barra, em Salvador. O ingresso custa R$ 6.