quarta-feira, 20 de julho de 2011

Exposição contempla cinema, vídeo, fotografia, música e poesia

Redação
Fotos: Divulgação

Golden Hamlet


Um artista multimídia. Assim podemos definir Arthur Omar, um mineiro, natural de Poços de Caldas, que apresenta uma obra que abarca cinema, vídeo, fotografia, música e poesia, além da reflexão crítica. Como parte da programação do VII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual (CineFuturo), que acontece entre os dias 25 e 30 de julho, em Salvador, o público poderá conferir a exposição A Imagem Pulsátil de Arthur Omar. O detalhe é que a exposição já será aberta nesta sexta-feira, 22, às 20, na Paulo Darzé Galeria de Arte (rua Dr. Chrysippo de Aguiar, 8,  Corredor da Vitória).

A exposição reúne criações de um dos grandes nomes do experimentalismo no Brasil. Serão expostos, entre outros, os painéis fotográficos “Golden Hamlet”, “Madona do Véu Negro”, “No Coração da Esgrima Enigmática”, “Transoceânica” e “Um Olhar e Sete Pérolas”.  Em paralelo à mostra, o artista realizará Noite de Autógrafos do livroViagem ao Afeganistão. (Cosac Naify. 2011). 

Madona do Véu Negro

O trabalho de Omar surgiu no início da década de  70, atuando como diretor e roteirista de cinema. Realizou cerca de 30 filmes e vídeos, e os longas Triste trópicoSonhos e Histórias de FantasmasAlquimia da Velocidade e Os Cavalos de Goethe (2011), que será exibido na Mostra Internacional de Filmes do CineFuturo, no dia 27 de julho, às 20h30, na Sala Principal do Teatro Castro Alves. Em 1999 teve retrospectiva dos seus filmes e vídeos no Museu de Arte Moderna de Nova York. É autor dos livros A Lógica do Êxtase (CCBB), O Zen e a Arte da Fotografia (CosacNaify), Antropologia da Face Gloriosa (CosacNaify), O Esplendor dos Contrários (CosacNaify) e Viagem ao Afeganistão (Cosac Naify. 2011). 

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