segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Diagnóstico sobre audiovisual na Bahia será apresentado em encontro

Redação


Será realizado nestas terça, 30, e quarta-feira, 1º de dezembro, o Seminário Economia do Audiovisual - Cultura da Convergência e Sustentabilidade, no Sebrae, em Salvador. O objetivo é reunir pesquisadores, empresários e gestores públicos para uma ampla discussão sobre a perspectiva econômica do audiovisual brasileiro e apontar novos caminhos para a sustentabilidade da atividade. Na ocasião, será apresentada a pesquisa inédita Diagnóstico da Rede Audiovisual da Bahia, do economista Paulo Miguez. 

O diagnóstico retrata a dinâmica produtiva do audiovisual na Bahia e deve servir de base para buscar novos caminhos para o desenvolvimento do segmento, reconhecendo-o como atividade complexa e sistêmica, na qual atuam artistas, artesãos, técnicos e agentes produtivos. A solicitação para o levantamento do diagnóstico partiu da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), promotora do Seminário, que conta com a parceria do Sebrae.

Ainda durante o encontro, será assinado um convênio entre a Ancine (Agência Nacional de Cinema) e o Irdeb (Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia) para a implantação do Programa Especial de Fomento – Imagens da Bahia. A iniciativa tem o objetivo de criar um novo mecanismo de apoio direto à atividade audiovisual no Estado. Conforme explica o diretor de Economia da Cultura da Secult, Eduardo Damasceno, o convênio vai possibilitar a captação de R$ 11 milhões em recursos para a produção audiovisual baiano em 2011. “Antes esse poder era exercido exclusivamente pela Ancine. Agora, o Irdeb poderá atuar, adequando a captação às necessidades locais”, diz.

Também no âmbito do Seminário, a Ancine ministrará workshops voltados ao público de realizadores e de gestores municipais de Cultura. Os encontros visam à capacitação desses profissionais para utilização do Fundo Setorial do Audiovisual. Serão abordados os mecanismos existentes para investimentos em projetos de produção e para implantação de complexos de cinema em cidades com mais de 20 mil e menos de 100 mil habitantes, que não disponham desse serviço.

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